Os olhos de Isabel se estreitaram, e ela correu rapidamente, agarrando Nadia junto com o homem. O corpo de Nadia pendia na beira da parede:
- Me solte! - Ela chorava e gritava.
Isabel segurou o braço esquerdo de Nadia, enquanto o homem segurava o braço direito. Nadia esfregava o braço esquerdo incessantemente, e o pulso de Isabel estava prestes a sangrar.
Isabel parecia entorpecida, incapaz de sentir dor. Ela tinha apenas um pensamento: "Nadia não pode morrer".
A outra mão do homem protegeu o pu