Francesco.
Tiro o meu paletó e minha gravata, jogo no chão mesmo e continuo andando em direção ao galpão, por mais que eu queira matar todos eles sozinho, eu sei que a minha família também tem esse direito. Quando chego na porta sinto a mão pequena e macia da Bianca tocar meu braço, ele me faz virar pra ela.
— Não quero que você entre aqui. — Falo.
— Eu vou ficar até onde eu aguento. — Ela fala e eu confirmo com a cabeça.
Eu não posso mandar nela, se ela quer entrar, ela vai. Eu só não queria q