Bianca.
Saio da cama e Francesco já não está na mesma, olho ao redor e não vejo o mesmo. Vou para o banheiro e vejo ele parado, sem camisa em frente a pia, ele está só de cueca e com o telefone na orelha. Me aproximo dele e ele continua falando no telefone.
— Zyan, você disse que não queria ser o meu braço direito mas insiste em fazer o trabalho de um braço direito. — Ele fala e eu abraço a cintura dele. Ele não me abraça de volta e eu olho para ele fingindo uma revolta. — Zyan, eu sei o que é