— Não se mexa, querida, eu sou uma pessoa normal. — O homem pressionou o queixo contra o topo da cabeça dela e disse com uma voz rouca.
Essas palavras foram eficazes; a pessoa em seus braços parou de lutar.
Lorena estava com o rosto aninhado no peito do homem, suas bochechas ardendo e o corpo rígido.
— Então me solta!
— Não quero.
— Guilherme, nós conversamos sobre isso ontem à noite. Não era para ultrapassar a linha divisória. — Lorena disse, meio irritada.
O homem respondeu despreo