- Você fez eu bater, porra! – Gritei, saindo do carro, indignada.
O homem gargalhou:
- Moça, quem está guiando é você. Não sabe olhar nos espelhos? Não tem noção de espaço?
Fui até a traseira do carro e percebi o estrago: um grande amassado.
- Você é o culpado! – O olhei.
- Escute aqui, mocinha, eu a ajudei.
Os outros homens também riam de mim. Pus as mãos na cabeça, atordoada! Desgraçado! Ele havia feito propósito.
Fui até a farmácia, peguei o remédio que minha mãe havia pedido e um teste de g