Seguindo Lucky em direção à saída do aeroporto, e já sentia o peso da realidade nos ombros. Três dias no Rio, três noites de um devaneio que não deveria ter acontecido. E agora, voltamos.
Lucky deslizou o celular do bolso antes mesmo de eu conseguir respirar fundo. O rosto dele, antes relaxado, endureceu ao ver o nome na tela.
— É o vovô — contou antes de atender.
Meu corpo congelou. Arthur Hart. O avô dele, o homem que praticamente construiu a Hart Enterprises com as próprias mãos e que, mesmo