Lá em cima, no pequeno apartamento, Amanda chorou sentada no sofá da sala. As luzes estavam apagadas, e apenas o brilho fraco da cidade entrava pela janela. Abraçou os próprios joelhos, sentindo o peito apertado por um amor que mal tivera tempo de viver — e que, ainda assim, doía como se tivesse sido longo.
As lágrimas caíam silenciosas. Não era um choro desesperado, mas pesado, desses que cansam o corpo e deixam a alma exausta. Amanda não sabia exatamente do que sentia mais falta: de Rubens