A noite caiu devagar sobre a orla, e o corredor do hotel estava iluminado por luzes amareladas embutidas no teto. O carpete abafava os passos.
Gabriel parou diante da porta do quarto de Amanda.
Por um segundo, hesitou.
Então bateu.
Lá dentro, ela ajeitava o cabelo ainda úmido quando ouviu o som. O coração acelerou sem motivo aparente. Caminhou até a porta e abriu.
Gabriel teve a exata sensação de ter sido surpreendido.
Ela usava um vestido leve azul-claro que acompanhava suavemente