Thomas ficou parado no jardim, lutando para controlar o turbilhão de emoções que o consumia.
Finalmente, chegara o dia do julgamento de Anna. A sala do tribunal estava lotada. O burburinho do público era abafado pelas vozes graves dos advogados e pelo ranger das cadeiras. Thomas e Sarah estavam sentados na primeira fileira, com semblantes firmes. Adrian e Aurora ficaram em casa, protegidos do circo midiático que o julgamento havia se tornado.
No banco dos réus, Anna sentava-se ereta, vestida co