O carro parou diante da pequena cantina italiana no Brooklyn, um local que o GPS do motorista mal reconhecia. A vizinhança era o oposto do luxo asséptico de Manhattan: havia vida nas calçadas e o cheiro de manjericão e massa fresca saindo pelas janelas abertas.
Nicholas desceu do veículo, ajeitando as mangas da camisa de linho. Ele parecia deslocado, uma torre de elegância sóbria em meio ao asfalto desgastado, mas, ao ver Maya hesitar no banco de trás, ele estendeu a mão com uma naturalidade