O som de batidas firmes na porta de madeira pesada me despertou do que parecia ser o primeiro sono verdadeiramente seguro que tive em semanas. Abri os olhos devagar, a claridade cinzenta da manhã de quinta-feira invadindo as frestas da cabana de pedra. Levei alguns segundos para processar que os braços de Julian ainda me envolviam por cima das mantas de lã, o peito dele subindo e descendo num ritmo calmo contra as minhas costas.
Assim que as batidas se repetiram, ele despertou num salto. O casu