A pergunta caiu como uma bomba no silêncio do quarto.
Os olhos de Eduardo se fixaram em mim, frios e prontos para matar qualquer um.
— O que você quer dizer?
— Quero dizer que a vizinha que eu coloquei para vigiar ela relatou marcas no seu pescoço. Marcas de dedos, o lugar estava roxo e recentes. — Cada palavra saía como um estalo. — Ele tocou nela, não foi? Ele tá batendo na minha… na sua irmã.
Vi o policial nele se contrair e um músculo na sua mandíbula pulsou.
— Como você sabe disso? Por