— É como terapia… — disse Aldous, tomando o vinho. — Quando lidou com o primeiro murmúrio de Algos nesta vida?
— Cedo… — respondeu o menino, reflexivo.
— Se quiser descansar a taça, fique à vontade. Não queremos estresse.
Sigmund aceitou a sugestão, deixando a taça a sua frente.
Lembrou-se de caminhar num deserto de areia avermelhada, junto a pessoas de pele amarelo-acastanhada, castigada pelo sol e pela rubra areia.
Agitou a cabeça.
Era seu quinto ano de vida e o palpitar chegou, a intensa sen