A Dana apareceu no meu apartamento no sábado de manhã com croissants e café e aquela energia específica de quem tem alguma coisa a dizer e está à espera do momento certo para dizer.
Eu sabia reconhecer. Eram dez anos de amizade.
Deixei-a entrar, peguei no café, sentei-me no sofá com as pernas dobradas sob mim no modo habitual e esperei.
Ela ficou de pé junto à janela — o instinto dela era a janela também, o que me fez pensar em Jace de um modo que eu não autorizei mas que aconteceu na mesma,