Três dias depois...
DUSAN BORISLAV
Três dias se passaram. Sim! Houve momentos que o meu brinquedinho queria se quebrar antes da hora, mas nem que tivesse que colar pedaço por pedaço ela iria se livrar de mim.
Foram dois dias de febre alta, alucinações e em poucos momentos conseguiu abrir os olhos. Entretanto, suas órbitas azuladas pareciam sem vida e segundos depois acabavam se entregando a escuridão total novamente.
Em meio aos últimos acontecimentos, recebi a notícia que estava tanto aguarda