Duda acordou sentindo um clarão que impedia seus olhos de se abrir. Magno estava em pé na sua frente e parecia bem alterado.
— Vamos, levante-se!— ele disse puxando o lençol.
— Está muito claro, não consigo abrir os olhos!— Duda se queixou.
Magno andou até a porta da sacada, falando sem parar.
— Eu abri as cortinas propositadamente. O que esperava depois do que aprontou ontem?
As cortinas ficaram parcialmente fechadas, o que possibilitou a Duda abrir os olhos, mas a cabeça doía muit