A cada botão que ele abria, eu suspirava e ríamos achando engraçado.
— Isso aqui vai até amanhã, garota!— ele disse divertido.
Eu fiquei séria. Ele desculpou-se:
— Desculpe-me, Juliette, sei que não gosta que eu a chame assim.
Eu tinha a impressão que ele me via como uma menina, uma filha, sei lá!
Finalmente, quando todos os botões cederam, minhas costas estavam nuas. Ele passou os dedos suavemente contornando a minha coluna vertebral e disse baixinho ao meu ouvido:
— Pronto quer