- Sim... Quero vê-la.
- Está no meu quarto. – ele sorriu, com os olhos cheios de luxúria.
- Que horas são? – perguntei, completamente perdida no tempo.
- Estou sem relógio. Só tenho uma bermuda, uma cueca e um tênis.
- Bem, acho melhor seguirmos para a tal cabana. – falei andando. – O que vamos fazer lá? – franzi minha testa, curiosa.
Ele gargalhou:
- Você não sabe?
- Eu... Não vou perder minha virgindade numa cabana no meio do mato.
- Nem na cabana no meio do mato, muito menos no capô de um Bu