ZOE MONDEGO
O alarme irritante do meu celular tocou exatamente às onze e meia, arrancando-me do torpor em que eu estava enfiada desde a manhã. Aquilo significava duas coisas muito claras: era oficialmente hora do almoço e, mais importante, era o momento de conhecer o homem que eu vinha chamando mentalmente do meu noivo por contrato.
Respirei fundo.
Claro que valia a pena. Valia absolutamente a pena. Emprego, promoção, dignidade futura, tudo isso dependia daquele encontro.
Arrumei a bolsa com mov