Um rubor subiu pelo meu pescoço. "Bem-estar?"
Ele pegou a gravata de mim e me virou para o espelho. O calor do seu corpo aqueceu minhas costas enquanto ele deslizava a gravata pelo meu colarinho e começava a amarrá-la.
"Isso é...", ele cantarolou. "Fazendo bastante por mim agora."
Seu olhar percorreu meu corpo de uma forma que fez seu coração disparar.
"Podemos ter que fazer isso mais vezes... Vou ter que te emprestar uma armadura ou algo assim."
Eu bufei. "De jeito nenhum."
"Justo. Seria muito