O quarto estava em silêncio, exceto pelo som baixo da música que continuava tocando na sala, agora quase inaudível, misturada ao ruído distante do trânsito que nunca parava completamente, nem àquela hora da madrugada. As cortinas estavam meio abertas, deixando entrar uma faixa de luz alaranjada vinda dos postes da rua, que desenhava sombras compridas pelo teto.
Alexander estava de costas, olhando para aquele teto, com a respiração ainda um pouco descompassada. Ao lado dele, Bianca se ajeitava,