— É triste…. mas não tenho ninguém que me ame para contactar. — disse Ingrid com uma voz trêmula, carregada de melancolia.
Lagertha sentiu um aperto no coração. Como podia? Ninguém para amá-la? Ninguém para chorar sua perda? Era uma solidão tão brutal que a fez relembrar seus próprios dias de isolamento, mas seus pensamentos se dissiparam quando Ingrid prosseguiu:
— Cometi um erro terrível quando era jovem. Deixei-me levar por um amor impossível e acabei separando duas almas que se amavam profu