NARRAÇÃO DE ALEXANDER...
Levei Lilly para o quarto aos beijos molhados e quentes. Mas eu sei que ela está chapada, olho pequenininho, bem vermelho. Aí a consciência pesada bateu já me acusando. E se isso for tirar proveito da situação? E se for abuso da minha parte?! Parei de beijá-la no mesmo segundo em que aqueles pensamentos martelavam minha consciência.
- O quê? - Ela perguntou rindo com cara de maconheira.
- Acho que não é correto.
- Como assim? Ainda pensa que sou sua filha? - Ela fez