Carmen Gonzalez
Maísa está visivelmente perturbada. Após resgatar a mochila que havia largado sobre os sofás perto da recepção, conduzo-a até onde minha mãe nos aguarda.
— Maísa, minha querida! O que aconteceu? — Madre corre ao nosso encontro, acolhendo a sobrinha com a ternura protetora de sempre.
— Vamos levá-la para a suíte, madre. Ela precisa se acalmar — sugiro, recolhendo nossas coisas para tirá-las da vista curiosa dos hóspedes na piscina.
Já nos bastava o espetáculo ridículo que Pab