O DESTINO AO NOSSO FAVOR
MARINA
Às quatro horas da tarde, exatamente como havia prometido pelo telefone, a Sabrina buzinou em frente ao meu prédio para me buscar. Acomodei-me no banco do passageiro com aquele cuidado típico de quem carrega uma barriga de gêmeos de seis meses. Assim que fechei a porta e cinto de segurança, Sabrina tirou os óculos escuros, olhou fixamente para o meu rosto e abriu um sorriso malicioso, estreitando os olhos de forma cúmplice.