— Minha decisão está tomada e nada no mundo vai mudá-la — sussurro para mim mesmo, encarando o copo vazio de whisky que ainda trago na mão, enquanto a madrugada avança silenciosa sobre Curitiba.
A verdade é que, após tantos anos vivendo de aparências e estratégias corporativas, esta é a primeira vez que respiro por algo real.
Como será encarar Mariana amanhã às oito horas, sabendo que ela me enxerga como o monstro daquela noite?
O pensamento me corrói por dentro, mas sei que a culpa é o preço