O nome de Narek ecoou pelo Jardim como uma lembrança proibida.
Até a gigantesca Árvore do Equilíbrio pareceu enrijecer.
Suas folhas douradas pararam de balançar.
Os rios suspensos diminuíram o fluxo.
Os pequenos animais de luz esconderam-se entre as raízes.
O homem caminhava sobre a imensa pena negra com absoluta tranquilidade.
Cada passo fazia novas palavras surgirem sob seus pés.
As letras flutuavam no ar antes de desaparecerem na tinta escura que cobria parte do céu.
Seu manto parecia tecido