Eu acreditava que ela estava fazendo papel de idiota. Talvez fosse verdade, mas naquele momento, quem se sentia mais idiota era eu. Não queria que ele estragasse tudo, não queria que seu passado cheio de mulheres interferisse no que estávamos construindo. Mas, pensando bem, talvez fosse eu quem poderia destruir tudo isso.
Deitada em sua cama, sentindo o calor de seus braços ao meu redor, sua respiração profunda e serena ecoando no silêncio da noite, meus pensamentos se transformaram em um emara