Eu estava um poço de nervosismo, como se minha mente fosse uma corda esticada ao máximo, pronta para arrebentar. Meu coração batia tão rápido que parecia uma sequência descompassada de tambores dentro do meu peito. O chão do apartamento, coitado, já estava quase criando um buraco de tanto que eu andava de um lado para o outro, repetindo o mesmo trajeto como se isso fosse me levar a algum lugar ou a alguma solução.
Meus pés descalços estavam vermelhos, doendo a cada passo firme no piso gelado. S