"Érick"
O sol da tarde ainda tentava aquecer a minha pele quando estacionei o carro em frente à entrada de serviço daquela maldita boate, o lugar onde eu não queria nunca mais voltar a colocar os meus pés. Era cedo demais, a boate estava fechada, mas era o momento perfeito para uma reunião de negócios. Sem a fumaça, sem as luzes neon, sem a música eletrônica ou o cheiro do álcool.
Eu saí do carro e atravessei a rua, toquei o interfone ao lado da porta e esperei, mas não ouvi resposta, insisti