Elana fechou a porta atrás deles com um clique suave, o som quase inaudível no silêncio da casa. Ela virou-se para Gabriel, o coração ainda disparado, e o puxou pelo corredor com um sorriso travesso, o dedo nos lábios sinalizando para ele ficar quieto.
— Shh... — sussurrou, os olhos brilhando com uma mistura de ousadia e excitação enquanto o guiava até seu quarto, tomando cuidado para evitar o rangido de uma tábua solta no chão.
Ao entrar no quarto, iluminado apenas pela luz suave que vinha