Senti meus olhos lacrimejando quando ele finalmente falou.
Ele puxou Sofia para mais perto, como se precisasse sentir o peso dela nos braços para ganhar coragem.
— Eu posso? — perguntou me encarando. A voz dele estava mais baixa que o normal.
— Pode o quê? — perguntei confusa, mesmo sabendo — no fundo, no fundo — o que ele estava prestes a dizer.
— Ser o pai dela — disse, olhando para a mesma que nos observava com o olhar curioso, a cabecinha inclinada.
Meu coração deu um nó.
Eu queria muito, m