O vento frio da noite soprava pelas janelas abertas do apartamento, trazendo consigo o cheiro da cidade que, em breve, eu deixaria para trás. Sentada no pequeno sofá da sala, olhei para a mala parcialmente aberta ao meu lado, contendo as poucas coisas que levaria comigo.
Meu coração pesava no peito, mas não havia dúvida dentro de mim. Era o certo a fazer.
Eva, sentada no chão, tomava um gole de vinho de sua taça, os olhos fixos na vista noturna da cidade. Ela estava em silêncio há alguns minuto