O caos engolia a clareira da floresta de cinzas, o ar pesado com o cheiro de terra remexida, sangue fresco e o eco de uivos selvagens, enquanto lobos colidiam em formas lupinas, presas rasgando carne, garras cavando sulcos na terra úmida. Minha loba rugia, o corpo castanho movendo-se com precisão mortal, as patas esmagando a grama molhada, o coração disparado enquanto eu saltava sobre um lobo inimigo, minhas presas cravando em seu pescoço, o gosto metálico de sangue explodindo na língua.
O lua