Desliguei o telefone e fiquei olhando para o aparelho por alguns segundos, como se esperasse que ele voltasse a tocar e me dissesse que tudo aquilo era só um sonho. Mas não era.
Antes que eu pudesse sair do quarto, uma batida na porta me tirou dos pensamentos. Quando a abri, encontrei Carlos parado ali, com sua expressão séria e determinada.
— Cristina— ele disse, entrando no quarto sem esperar convite. — Preciso falar com você.
Fechei a porta e o encarei, esperando que continuasse. Ele deu um