Quando avistamos os portões da grande mansão Montenegro, meu coração deu um solavanco, eu estava maravilhada com o tamanho da casa, parecia um castelo de tão grande que era, mas não era só encanto que preenchia meu peito, também estava tensa com o que me aguardava ali.
Assim que o carro parou, um homem vestido todo de preto, aproximou-se.
— Boa tarde, senhor Alex, bem-vindo de volta — falou respeitosamente, enquanto abria a porta do carro. — senhora, bem-vinda! Tem alguma bagagem que precisa