Correndo pelas ruas de Sanmarino, o mais rápido que suas pernas permitiam e seus pulmões suportavam, Paula chegou à casa dos Orleans e apertou desesperadamente a campainha.
— Chame à senhora Dalila, por favor — pediu para a empregada da casa, entrando na residência sem aguardar permissão.
— Por quê?
— Aconteceu algo horrível, chamei-a! — Ordenou, o sentido de urgência enraizado em sua pele.
O caos formado pela campainha e a voz desesperada de Paula, fez Kassandra e Adriano, conversando na sa