Continuação:
E eu só conseguia pensar que, mesmo cercada de dor, não estava mais sozinha.
Diego estacionou em frente à minha casa, o motor do carro ainda quente, enquanto Maria checava pelo retrovisor. Eu estava sentada na sala, tentando controlar a ansiedade, quando ele entrou.
— Pronta? — ele perguntou, sério, mas com aquela calma que só ele tinha.
— Pronta… ou tentando — eu murmurei, sentindo a barriga pesada e o coração disparado.
— Dona Luiza já foi para o hospital, para deixar t