Por um segundo meu cérebro tentou negar.
— Não… — sussurrei, avançando dois passos para trás, sem perceber.
Eu estava atordoado, incrédulo.
— Filho da puta… — Deixei escapar.
Não havia sangue, tampouco sinais de luta. Nenhum tiro. Nenhuma facada. Nem o copo que ele usara estava quebrado. Ainda assim o filho da puta estava morto.
Meu coração começou a bater rápido demais. Mas não era por tristeza, porque jamais tive qualquer tipo de sentimento por aquele homem. Mas eu já antecipava o que aquilo