João se encontrava atualmente em um conflito interno.
Desde o dia em que cavou a cova, ele se sentiu mal ao chegar em casa.
À noite, era atormentado por sonhos constantes com os dois bebês que nunca chegaram a se formar.
Lívia, estendendo a mão, agarrava sua garganta, dizendo que ele teria que pagar pelo que fez ao cavar a cova.
Até Sílvio ficava atrás dela, com um olhar frio, sem uma palavra de reprovação, mas com um poder que o assustava.
Ao acordar cedo pela manhã, João perdeu a confiança