Ela não deveria ter ido naquele dia.
Nos últimos dias, ela não deveria ter se envolvido com eles com tanta frequência.
Para manter a calma, era necessário se encontrar e comunicar menos.
O mais importante era que ela não devia passivamente esperar a data do divórcio, mas devia realmente tornar o divórcio um objetivo de vida.
Não apenas pelos bebês em seu ventre.
Mas por ela mesma.
Somente ao se afastar do ambiente em que eles estavam juntos, ela teria a chance de superar as memórias do passado.