Quimera permanecia entre as sombras que envolviam a noite no píer da pequena cidade. O casal, objeto de sua vigilância, parecia desfrutar de uma harmonia aparentemente serena. O macho ostentava uma expressão satisfeita, alheio à presença obscura que o observava. Quimera, no entanto, não era um mero espectador; era um instrumento sinistro nas mãos do Império da Noite, era uma entidade cujo papel transcendia a simples filiação.
Conhecido como a Quimera no submundo do crime organizado, ele era o c