A primeira manhã de Rafael de volta à mansão começou menos romântica do que a noite anterior havia prometido. Acordei com o despertador às seis e meia, encontrei uma das pernas dele atravessada sobre as minhas e precisei empurrá-lo duas vezes para conseguir sair da cama. Rafael reclamou sem abrir os olhos, puxou meu travesseiro para o lado dele e perguntou por que eu insistia em trabalhar tão cedo quando tinha passado duas semanas dizendo que sentia falta dele. Respondi que sentir saudade não c