Mia e Lorenzo seguiam abraçados, nenhum em momento algum havia procurado se libertar do abraço, seguiam em perfeita união.
— e abraços, posso pedir sempre que quiser? — ela questionou de forma doce e sincera.
—pode sim, meu anjo.
— esse vai ser meu apelido? — ela perguntou quase que em um sussurro.
— se você tiver gostado.
— eu gostei, mas por que esse apelido?
— por que você é pura, inocente, como um anjo.
— isso é bom, não é?
— sim Mia, perfeito, nunca vi ninguém como você, t