DANTE
— Tudo bem? — perguntei, aproximando-me no exato momento em que Marcela deixou o estacionamento com uma cara de quem mataria o primeiro que se colocasse em sua frente. — Aconteceu alguma coisa?
— Tá tudo bem — ela sorriu, mas era notável que as coisas não estavam bem. — O que faz aqui?
— Vim te buscar para irmos em um lugar, vamo, coloca o capacete — não dei espaços para negativas ou perguntas, a puxei comigo e, pouco depois, coloquei o capacete em sua cabeça, afivelando a trava. — Acho