Roberta:
— O que achou do que ela disse?-pergunta o Ernesto.
Estávamos fazendo anotações e pensando no caso.
— Só penso que o Vinícius falou que não era para confiar no Lauri, e agora, creio que se focássemos mais nele antes, poderíamos já ter concluído o caso.
— Não temos certeza disso, Rô.
— Mas ele sempre foi o mais óbvio.
— E, ao mesmo tempo, menos óbvio devido à saúde.
— Mas pensa agora, não é o álibi perfeito?. Ele pode incriminar e matar quem quiser, estando preso em casa por problemas