A neve caía pesada entre os galhos dos pinheiros, cobrindo o solo como um tapete. Liliana caminhava à frente, os cabelos desgrenhados escondidos sob o capuz do casaco, deixando pegadas fundas na trilha até a clareira.
Ali, no coração da floresta ancestral, onde a magia era mais densa e primitiva, ela se ajoelhou. Com a ponta do punhal de Morgana, começou a riscar um círculo no chão, murmurando palavras em uma língua esquecida. A lâmina brilhava, como se pressentisse o que viria.
Asher observava