Mundo ficciónIniciar sesiónLívia Rocha
Minhas mãos suavam. O corpo inteiro tremia como se estivesse em permanente estado de alerta. O medo não era pequeno nem irracional: eu temia o tempo, o imprevisto, a mínima possibilidade de algo sair errado. A manicure teve mais trabalho com minha inquietação do que com minhas unhas, eu não conseguia ficar parada. A cada minuto, uma nova mensagem para Arthur, confirmando se ele ainda estava ali, se não havia desistid







