Capítulo 126 — Sem Pressa de Ir
O dia começou silencioso.
Não pela ausência de som.
Mas porque tudo parecia já em equilíbrio.
O bebê dormia.
Respiração leve.
Constante.
Um ritmo que não exigia vigilância constante.
Que não puxava atenção.
Que permitia… espaço.
Cecília entrou.
E, antes mesmo de olhar diretamente…
sentiu.
Não como pensamento.
Nem como expectativa.
Mas como continuidade.
Algo que não tinha sido interrompido.
Que ainda estava ali.
Esperando sem pressa.
Ela observou o necessário.
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