A cidade acordou diferente naquela manhã. Não havia sirenes, não havia alvoroço nas ruas, mas existia um silêncio espesso, pesado, como se Brockton inteira estivesse prendendo a respiração. A morte de Stefany já não era apenas um fato policial; tinha se transformado em um fantasma coletivo, rondando conversas sussurradas, olhares desviados e portas fechadas antes do pôr do sol.
Charllot caminhava pela calçada com passos firmes. O frio da manhã não a incomodava. Nada a incomodava. Dentro dela, a